Confronto de idéias em encontros informais.

Um espaço para investigar e debater temas caros às nossas vidas sem o rigor formal das discussões acadêmicas. 

Um espaço onde mexer o café com a colherinha é um convite à reflexão.

Centro das Intenções: a praça. 
30/1 às 20h

A partir do atual momento político brasileiro, a era popular, surge a praça como centro de germinação e disseminação das idéias, das tendências culturais e da linguagem. A praça é signo de agregação, o lugar onde o coletivo se reúne por instinto para persuadir e ser persuadido. O espaço sem paredes onde a visão é transparente: é o palanque político, o baile funk, a boca do tráfico, o Maracanã, a feira, o calçadão, a rua.
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Tempo roubado: tecnologia, tempo e espaço. 
13/2 às 20h

A velocidade dos meios de transporte, a rapidez dos meios de comunicação, a facilidade de sermos localizados a qualquer momento, o conceito de otimizar o tempo. Tudo que nos é oferecido para agilizar a vida (celular, computador, bandas largas, globalização) visto como feitiço tecnológico, criação do homem, alterando as linhas de tempo e espaço. Ao encurtar o espaço com a proposta de "diminuir o tempo perdido" e "poupar tempo", "correr contra o tempo" o homem acelerou o ritmo das vidas humanas. De quantas horas é feito um dia atualmente?
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Sua vida não vai ser mais a mesma: 
publicidade e violência. 
27/2 às 20h

O desejo de consumir como ponto de partida da necessidade de integração. O desejo de participar do mundo que está sendo vendido para todos, mas que só alguns alcançarão. A exclusão social começando na publicidade. O recalque social. A disputa.

Culto ao corpo e vício oculto. 
20/3 às 20h

O domínio da forma, a ideal de perfeição. Quando o homem controla o corpo e quando o corpo controla a mente do homem. A dependência química. A endorfina ou a droga. O corpo como templo, a profanação criando a noção de contágio. Contaminação e higienização: o outro como invasor, sejam as diferentes raças, religiões, vírus. A higiene americana preponderando na cultura mundial e a visão oriental de limpeza. O medo, a culpa regendo as relações sociais.
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A Senha 3/4 às 20h
O limite de entrada no mundo do outro. A portaria, o e-mail, os cartões e caixas eletrônicos. Os códigos das tribos. A elite e a segurança. O mundo privado. A posse. A confiança. A traição. É possível decifrar a senha?
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Organização: Melanie Dimantas e Anna Paula Martins

Convidados: Adaír Rocha, Carla Miguelote, Carlito Azevedo, Carlos Tomei, Carmen Luz, Cláudia Castro, Clóvis Brigagão, DJ Marlboro, Fausto Fawcett, Henrique Antoun, Izabel Jaguaribe, Junior do Afroreggae, Regina Navarro Lins, Tereza Nazar.